Linhas da CPTM cobertas por jardins com ciclovias

Publicado por ecohabitar a July 30, 2010 em Design Inteligente | 3 Comentários

in ARQ!BACANA

Um projeto do arq Jaime Lerner, ex-governador do Paraná, ex-prefeito de Curitiba e atualmente consultor de urbanismo da ONU, prevê que as estações e linhas férreas de São Paulo – em que a CPTM promete alcançar 180km com qualidade de metrô até 2012 – sejam cobertas por jardins com ciclovias e passagens para pedestres.

Além dos jardins suspensos, o projeto prevê a criação de pólos de uso misto, no entorno das estações, que abrigariam funções como trabalho, moradia, escolas, shoppings e comércios, lazer e hospitais.

O projeto seria a solução para o problema de trânsito e crescimento desordenado da cidade que se desenvolve da seguinte forma: superaquecido, o mercado imobiliário não para de erguer empreendimentos. As novas -e antigas- construções estão dentro da lei de zoneamento, porém, resultam em uma distribuição desproporcional. Em alguns locais, como no centro, a concentração de prédios comerciais é alta e a de residências é baixa, em outros, como na Zona Leste, sobram moradias e faltam empresas.

Com isso, na capital paulista, por dia, 38 milhões de viagens são feitas para transportar as pessoas de suas casas para o trabalho, do trabalho para escolas, das escolas para os locais de lazer, entre outros trajetos. (…)

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Que destino para o “Minhocão”?

Publicado por ecohabitar a July 29, 2010 em Design Inteligente | Seja o primeiro a comentar

No mês passado foram dadas a conhecer novas imagens sobre o progresso da construção da segunda fase da reconversão do High Line, espécie de “minhocão” novaiorquino, de que já haviamos falado aqui. O sucesso da reconversão da linha de trem abandonada em parque público de “jardins suspensos” tem sido tal que os responsáveis pela iniciativa, uma associação chamada “Amigos da High Line“, têm recebido inúmeros contatos provenientes de lugares como Chicago, Jersey City, Filadélfia e Detroit de interessados em saber como as suas cidades podem beneficiar-se de iniciativas semelhantes. Também técnicos de Hong Kong, Jerusalém, Roterdam e Singapura já visitaram as obras.

Por aqui em São Paulo, o prefeito Gilberto Kassab anunciou em Maio um plano que prevê a demolição do Elevado Costa e Silva, popularmente conhecido como “minhocão”, apesar de, em 2006, a Secretaria de Planejamento ter lançado o concurso “Prêmio Prestes Maia de Urbanismo - Soluções para o Elevado Costa e Silva”. O projeto vencedor, desenvolvido pelo escritório FRENTES, dos arquitetos Juliana Corradini e José Alves, propunha a manutenção da estrutura e de sua função de eixo rodoviário só que combinada com a criação de um parque suspenso sobre o viaduto com jardins e equipamentos públicos.

Se o projeto de demolição for aprovado, técnicos da Prefeitura estimam que a derrubada da estrutura acontecerá apenas em 2025. Tempo de sobra para que, à semelhança do que têm feito responsáveis de cidades mundo afora, alguém da Prefeitura paulistana se desloque em visita de estudo a Nova Iorque, e constate que as revitalizações urbanas não são apenas “viagens” de urbanistas.

com informações de ArchDaily, The New York Times, e ARQ!BACANA

Y todo a media luz: variadores de luminosidade

Publicado por ecohabitar a July 19, 2010 em Eficiência Energética | Seja o primeiro a comentar

in Revista Sustentabilidade

A fabricante de materiais elétricos de baixa tensão Pial Legrand lançou no Brasil uma linha de produtos voltada à economia de energia e à eficiência energética, que inclui variadores de luminosidade, sensores de presença, detectores de obstáculos e interruptores com LED.

Um dos destaques da linha de produtos Nereya, como foi batizada pela Pial Legrand, é o variador de luminosidade rotativo, que permite ajustar a intensidade luminosa de uma ou mais lâmpadas ou de sensores de presença, regulando a iluminação de acordo com as necessidades do ambiente em um momento específico.

Estudos do Grupo Legrand confirmaram os índices, registrados também em outras pesquisas, de que o uso racional e automatizado do ar-condicionado e da iluminação pode proporcionar uma economia de mais de 35% no consumo elétrico de uma residência. (…)

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Brasil: colapso energético até 2022

Publicado por ecohabitar a July 12, 2010 em Atualidades, Eficiência Energética, Preservação Ambiental | Seja o primeiro a comentar

in Ambiente Energia

Por João Campos, da UnB Agência - O Brasil vai enfrentar uma crise energética e ambiental nos próximos 12 anos. Para combater os danos será preciso triplicar a rede de metrô, ampliar as malhas ferroviária e hidroviária e investir em fontes de energia hidrelétrica e nuclear. O anúncio foi feito pelo professor e ministro da Secretaria de Assuntos Estratégicos (SAE), Samuel Pinheiro, em palestra no Centro de Desenvolvimento Sustentável (CDS) da Universidade de Brasília. A conclusão faz parte do relatório Plano Brasil 2022, elaborado pelo governo federal.

A necessidade de reduzir a emissão de gases causadores do efeito estufa, alarmada por cientistas de todo o mundo, tem obrigado países a desenvolver fontes de energia alternativas ao petróleo. O Brasil tem a sexta maior reserva de urânio do mundo. No entanto, segundo dados o relatório, apenas 30% do subsolo do país é conhecido. “Estima-se que tenhamos a primeira ou segunda maior reserva de urânio do mundo. E temos capacidade para explorar a fonte, falta direcionar políticas”, comenta Samuel.

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Cotia: Regularize seu imóvel até Dezembro

Publicado por ecohabitar a July 2, 2010 em Atualidades | Seja o primeiro a comentar

A Prefeitura de Cotia está dando uma oportunidade para que proprietários de imóveis residenciais, comerciais e industriais regularizem a situação de suas construções junto à Secretaria Municipal de Habitação e Urbanismo. A campanha de regularização de edificações foi autorizada pela Lei Complementar nº 114, de 18/12/2009, e está em vigor até o final deste ano.

Poderão se beneficiar dessa lei todos os proprietários de imóveis que construíram obras sem planta aprovada na Prefeitura e qualquer pessoa que tenha um imóvel que sofreu alterações na planta original sem regularização. As  edificações a serem regularizadas deverão possuir, no mínimo, a parte estrutural, coberturas (laje e ou telhado) e esquadrias devidamente implantadas e concluídas.